Apareceu na TV: a funcionária de uma creche maltratando algumas criancinhas. Todos os pais que deixam seus filhos em creches se perguntaram: “É prudente deixar as crianças sob os cuidados de Beth?” Foi a pergunta que me fez a orientadora de uma escola.
Mas devolvi a pergunta: Qual a sua opinião?
Ela respondeu que gostava de Beth e a achava adequada para a tarefa, mas pediu-me que fizesse seu perfil cognitivo, que apresento resumido:
“Beth tem facilidade inata para perceber suas chances em situações desafiantes. Possui nível de exigência com a linguagem acima da média e percebe instintivamente as contradições presentes no pensamento alheio. É extremamente atenciosa com aqueles com quem entra em relação. Tem grande capacidade de imaginação e por isso sempre antevê alguma satisfação pessoal mesmo naquilo que a frustra. E isso vale também para os outros -- consegue apontar o outro lado de uma experiência ruim. É criativa: não precisa de muito recurso material para ter confiança e segurança suficientes para dar início a alguma atividade que convenha a seus propósitos.”
O perfil cognitivo de Beth, portanto, parece compatível com atividades pedagógicas, onde tenha de ensinar e também ajudar cada criança a adquirir progressivamente confiança em si mesma.
O testemunho favorável, dado por quem a conhece, confirma sua adequação ao ofício de cuidar de crianças. O que demonstra que o que faz não é apenas porque entende do que faz, mas porque escolheu livremente e ama fazê-lo, as três marcas distintivas da conduta vocacionada.
Mas devolvi a pergunta: Qual a sua opinião?
Ela respondeu que gostava de Beth e a achava adequada para a tarefa, mas pediu-me que fizesse seu perfil cognitivo, que apresento resumido:
“Beth tem facilidade inata para perceber suas chances em situações desafiantes. Possui nível de exigência com a linguagem acima da média e percebe instintivamente as contradições presentes no pensamento alheio. É extremamente atenciosa com aqueles com quem entra em relação. Tem grande capacidade de imaginação e por isso sempre antevê alguma satisfação pessoal mesmo naquilo que a frustra. E isso vale também para os outros -- consegue apontar o outro lado de uma experiência ruim. É criativa: não precisa de muito recurso material para ter confiança e segurança suficientes para dar início a alguma atividade que convenha a seus propósitos.”
O perfil cognitivo de Beth, portanto, parece compatível com atividades pedagógicas, onde tenha de ensinar e também ajudar cada criança a adquirir progressivamente confiança em si mesma.
O testemunho favorável, dado por quem a conhece, confirma sua adequação ao ofício de cuidar de crianças. O que demonstra que o que faz não é apenas porque entende do que faz, mas porque escolheu livremente e ama fazê-lo, as três marcas distintivas da conduta vocacionada.
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