No artigo “Vocação e vida”, esclareci que vocação é a unidade do intelecto, vontade e afetividade. No caso do japonesinho Roberto, observa-se que informática não responde à exigência de unidade de sua alma. Informática é algo que ele sabe, entende, mas de que não gosta a ponto de deixar outras coisas por ela e também não é algo com que queira ficar envolvido de maneira exclusiva e permanente. Seria como se apenas uma terça parte de sua alma estivesse vinculada ao assunto.
Isto não quer dizer que informática seja dispensável para ele. Apenas significa que, como assunto principal de sua vida ou profissão, seria muito insatisfatória. Como recurso complementar, totalmente satisfatório.
Tanto que quando lhe pareceu óbvio para sua vida que o caminho era a veterinária, imaginou-se criando um sistema capaz de fornecer informações a respeito de pet shop, cadastro de profissionais da área, preços de serviços etc.
Informática no seu caso nada mais é que uma aptidão. E aptidão é instrumento possível da vocação e não a vocação mesma.
Isto não quer dizer que informática seja dispensável para ele. Apenas significa que, como assunto principal de sua vida ou profissão, seria muito insatisfatória. Como recurso complementar, totalmente satisfatório.
Tanto que quando lhe pareceu óbvio para sua vida que o caminho era a veterinária, imaginou-se criando um sistema capaz de fornecer informações a respeito de pet shop, cadastro de profissionais da área, preços de serviços etc.
Informática no seu caso nada mais é que uma aptidão. E aptidão é instrumento possível da vocação e não a vocação mesma.
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